Red Hat · Proposta · Banco do Brasil

Custo-benefício
com agente.

Um agente que observa a frota, propõe o ajuste e executa com guardrails — com piloto pronto até 30 de novembro.

Outubro de 2026 · Red Hat · para Sérgio
Custo-benefício com agente
Agenda

Cinco conversas, uma decisão

No fim, uma pergunta só: aprovamos o piloto do agente de otimização com data de 30/11?

01

Por que agora

Custo virou restrição de arquitetura, não só de orçamento.

02

Onde o custo nasce

Quatro decisões que a operação toma sem feedback.

03

Painel × agente

O que já temos e o que falta para fechar o ciclo.

04

Como funciona

Telemetria, modelo, ferramentas, guardrails e trilha.

05

Plano até 30/11

Quatro semanas, um domínio piloto, um relatório com número antes e depois.

Agenda · Item 01
Por que agora

A frota cresceu. O controle, não.

Números do briefing da conta — a ordem de grandeza é o argumento.

200+

clusters OpenShift
em dois sites (CCT1/CCT2) e nuvem governada.

~50k

cores consumidos
contra 30k contratados no ciclo anterior.

100k+

namespaces e apps
com donos e ciclos de vida desiguais.

~420k

pods observados
— e cada um com requests e limits.

O custo não está no cluster. Está na soma de pequenas decisões que ninguém revisa porque revisar não escala.
Agenda · Item 02
Onde o custo nasce

Quatro decisões, nenhum retorno

01

Request superdimensionado

“Coloca 4 CPU pra garantir.” O cluster reserva; a aplicação usa 15%. A diferença é capacidade que não atende ninguém.

02

Bin-packing cego

Sem visão de uso real, o scheduler espalha em vez de densificar. Paga-se por nó, não por workload.

03

Ociosidade sem contrato

Ambientes de teste e namespaces esquecidos seguem ligados 24×7 porque desligar exige alguém decidindo.

04

Sem loop de retorno

A mudança é feita, ninguém mede depois. Sem medir, a próxima decisão repete o erro com outro nome.

Agenda · Item 03
Painel × agente

Dashboards mostram. Agentes fecham o ciclo.

O QUE JÁ TEMOS

O painel

  • Mostra consumo, requests e ociosidade
  • Depende de alguém olhar, interpretar e abrir chamado
  • Envelhece entre a leitura e a ação
  • Não aprende com o resultado da mudança
O QUE FALTA

O agente

  • Observa continuamente e prioriza por impacto
  • Propõe a mudança com o número antes e depois
  • Executa dentro de guardrails, com aprovação quando precisa
  • Mede o efeito e corrige a própria recomendação
O painel responde “quanto estamos gastando”. O agente responde “o que muda hoje, em quem, com que ganho e com que risco”.
Agenda · Item 04
Como funciona

Seis peças, nenhuma exótica

Tudo roda na plataforma que já existe — OpenShift, observabilidade e GitOps.

01

Telemetria

Métricas de uso, requests, limits, ociosidade e histórico de mudanças — por namespace e por workload.

02

Contexto

Donos, criticidade, janela de mudança e SLO. Sem isso, “otimizar” é chute com dashboard.

03

Modelo

LLM com ferramentas: lê a frota, cruza sinais e escreve a proposta em linguagem de engenharia.

04

Ferramentas

API do Kubernetes e MCP: consultar, simular, abrir PR. O agente age por ferramenta, não por acesso solto.

05

Guardrails

Escopo, dry-run, limite de mudança por janela, aprovação humana e rollback automático.

06

Trilha

Cada decisão vira registro: sinal, hipótese, ação, resultado. Auditável e reproduzível.

Agenda · Item 04
O ciclo

Detectar, propor, aplicar, medir

1

Detectar

Uso real × request, tendência de 30 dias, ociosidade e violação de política.

2

Propor

Mudança específica, com ganho estimado, risco e plano de reversão.

3

Aplicar

Dry-run, aprovação quando exigido, execução via GitOps — nunca por SSH.

4

Medir

Compara antes e depois, registra o desvio e ajusta o modelo de recomendação.

O ciclo é o produto. O agente é o operador dele — e cada volta deixa a frota um pouco mais barata.
Agenda · Item 04
Confiança

Autonomia com cinto e airbag

01

Escopo explícito

Começa por namespaces e workloads escolhidos. Fora do escopo, o agente só lê.

02

Dry-run primeiro

Toda ação tem simulação com o diff de requests/limits antes de existir.

03

Janela e limite

Mudança só em horário definido, com teto por rodada e por dia.

04

Aprovação humana

O que toca criticidade alta pede aprovação nominal. O resto segue automático.

05

Reversão

Rollback automático se SLO ou erro piorar depois da mudança.

06

Policy as code

Guardrails versionados no Git — auditáveis e revisáveis como qualquer código.

Agenda · Item 05
Ganho esperado

Faixas conservadoras, número por workload

Referências de mercado para frota com baixa higiene de requests. O baseline do BB entra na semana 1 do piloto.

10–15%

CPU request
right-sizing com base no p95 de uso e não no pico do primeiro dia.

10–20%

Memória
limites coerentes com o consumo real reduzem reserva ociosa e OOM evitable.

15–25%

Ociosidade
desligamento programado de ambientes sem uso, com retorno sob demanda.

O piloto não promete economia de contrato. Promete medir, com evidência, quanto da frota está reservado sem uso — e devolver isso em capacidade.
Agenda · Item 05
Plano até 30/11

Quatro semanas, um domínio

S1 · 03–07/11

Escopo e baseline

Escolher 2–3 squads, extrair 90 dias de telemetria, calcular o custo ocioso atual.

S2 · 10–14/11

Agente em leitura

Rodar em modo observador: recomenda, não age. Calibrar proposta com os donos.

S3 · 17–21/11

Ações assistidas

Mudanças reais com aprovação, janela e rollback. Medir desvio entre previsto e realizado.

S4 · 24–28/11

Piloto e relatório

Fechar números antes/depois, lições e proposta de expansão. Apresentação em 30/11.

Gate em 30/11: se o piloto mostrar ganho medido e nenhum incidente atribuído ao agente, a expansão é decisão de negócio, não de tecnologia.
Agenda · Item 05
Do lado do BB

Quatro coisas, nenhuma compra

01

Sponsor nomeado

Alguém com autoridade para aprovar mudança em produção e destravar acesso.

02

2–3 squads piloto

Times com dor real de custo e disposição para revisar recomendação semanalmente.

03

90 dias de telemetria

Métricas de uso, requests e limites — leitura, sem acesso de escrita.

04

Janela de mudança

Um horário por semana em que o agente pode aplicar o que foi aprovado.

Agenda · Item 05
Riscos

O que pode dar errado — e o que já fizemos

01

Derrubar o que importa

Mitigação: escopo por namespace, dry-run, teto de mudança, rollback por SLO.

02

Recomendação errada

Mitigação: p95 e tendência, não pico; dono do workload valida antes de aplicar.

03

“Mais um painel”

Mitigação: o sucesso é mudança aplicada e medida, não relatório bonito.

04

Data de novembro escorregar

Mitigação: escopo de 2–3 squads, uma decisão por semana e gate explícito em 30/11.

Encerramento
A decisão de hoje

Aprovar o piloto. Cravar 30/11.

Criar o agente de otimização de custo-benefício, em modo piloto, com um domínio, quatro semanas e um relatório com número antes e depois.
HOJE

Decidir

Sponsor, squads e domínio do piloto definidos nesta reunião.

SEMANA 1

Medir

Baseline de custo ocioso com 90 dias de telemetria.

30/11

Provar

Ganho medido, zero incidente atribuído ao agente, plano de expansão.

Obrigado. Vamos fechar a data?